IMPRENSA OFICIAL - OLÍMPIA
Publicado em 06 de maio de 2026 | Edição nº 2170 | Ano X
Entidade: Poder Executivo | Seção: Atos Oficiais | Subseção: Leis
LEI N.º 5.314, DE 06 DE MAIO DE 2026
Dispõe sobre a delimitação oficial de trechos de vias públicas no Município da Estância Turística de Olímpia e dá outras providências.
EUGENIO JOSÉ ZULIANI, Prefeito Municipal da Estância Turística de Olímpia, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,
FAZ SABER que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona e promulga a seguinte Lei:
Art. 1.º Ficam oficialmente delimitados os trechos das seguintes vias públicas contínuas do Município:
I – Avenida Mario Vieira Marcondes – inicia-se na rotatória da Avenida Dr. Andrade e Silva com a Avenida Menina Moça e segue até a rotatória localizada em frente à Rua Benjamin Constant com a Avenida Rui Barbosa;
II – Avenida Governador Adhemar Pereira de Barros – inicia-se na rotatória da Rua Benjamin Constant com a Avenida Rui Barbosa e segue até a rotatória localizada em frente à Rua Elzon Furlan, no Distrito Industrial Álvaro Brito;
III – Avenida Wilquem Manoel Neves – inicia-se na rotatória localizada em frente à Rua Elzon Furlan e segue até a Rodovia SP-425 Assis Chateaubriand.
Art. 2.º Fica reconhecida a continuidade física e funcional das vias descritas no art. 1º como eixo viário estruturante do Município, sem prejuízo da manutenção de suas denominações próprias.
Art. 3.º A delimitação prevista nesta Lei tem por finalidade promover a organização administrativa do sistema viário municipal, não implicando alteração de denominação das vias públicas.
Art. 4.º O Poder Executivo Municipal promoverá a compatibilização dos cadastros imobiliários, fiscais, urbanísticos e de mobilidade urbana, de modo a refletir corretamente a delimitação dos trechos prevista nesta Lei.
Art. 5.º Compete ao Poder Executivo Municipal:
I – promover a padronização da sinalização indicativa dos trechos;
II – atualizar o cadastro técnico e georreferenciado do sistema viário municipal;
III – comunicar aos órgãos públicos e concessionárias de serviços;
IV – promover ampla divulgação à população.
Art. 6.º Fica instituído o ANEXO ÚNICO desta Lei, contendo breve histórico dos homenageados das vias públicas referidas.
Art. 7.º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal da Estância Turística de Olímpia, em 06 de maio de 2026.
EUGENIO JOSÉ ZULIANI
Prefeito Municipal
Registrado e publicado no setor competente da Prefeitura Municipal da Estância Turística de Olímpia, em 06 de maio de 2026.
CLÉBER LUÍS BRAGA
Diretor da Divisão de Normas e Atos Oficiais
ANEXO ÚNICO
(Biografia dos homenageados)
1. Mario Vieira Marcondes
Mário Vieira Marcondes: nasceu na cidade de Lorena, Estado de São Paulo, aos 16 de dezembro de 1892, filho de Manoel Inocêncio Marcondes de Andrade e Anna Vieira Marcondes. Iniciou seus estudos primário e ginasial em Lorena, cursando posteriormente a Faculdade de Direito de São Paulo, não concluindo o curso por iniciar-se na vida política.
Durante seus estudos, foi um aluno exemplo, por ser bastante inteligente. Interrompendo seus estudos, veio a Olímpia para tratamento de saúde, por estar com reumatismo inciso, o que acarretou seu afastamento da carreira militar, e aqui permaneceu, pois ficou conhecendo D. Maria Olímpia Rodrigues Vieira, filha única do Deputado e chefe político regional Dr. Antônio Olímpio Rodrigues Vieira, com quem contraiu núpcias. Mário Vieira Marcondes, costumava ver Maria Olímpia na capital, quando passava de bonde pela rua em que ela morava. Jamais supôs que acabaria por conhecê-la de perto, e apaixonar-se perdidamente pela linda moça. Antes mesmo de terminar o ano de 1914, quando teve início o namoro, os dois jovens ficaram noivos.
Em fins de 1915, no terceiro ano de faculdade, Mário abandonou o curso jurídico, vindo definitivamente para Vila Olímpia e logo, levado pelas mãos do futuro sogro, entrou para as hostes do Partido Republicano Paulista. A 11 de julho de 1916, o casamento de Mário e Maria Olímpia foi um evento social de rara repercussão. No dia do seu casamento, Mário veio de trem a Olímpia, sendo recepcionado na estação por uma banda, a cerimônia foi realizada com grandes pompas. Na estrada do templo, os soldados fardados formavam alas com espadas cruzadas, para os nubentes passarem.
Desta união nasceram os filhos Anna Olímpia (falecida quando criança). Maria Olímpia Marcondes Bulle, casada com o Sr. Arnaldo Bulle Júnior, fazendeiro na Município de Cajobi, e Mário Vieira Marcondes Filho, casado com a professora Enoi Veloso Marcondes.
O recém-casado abriu um escritório de advocacia com o Dr. Antônio Olímpio e Leonardo Posella Segundo.
Seu ingresso na política deve-se ao seu sogro, Dr. Antônio Olímpio, que muito incentivou e ajudou. Na época, a região possuía um único partido político: “Araras”. Mário Vieira Marcondes, logo após seu casamento, ingressou no partido “Pica-pau”, partido fundado por seu sogro, Dr. Antônio Olímpio, seguindo, assim, os desejos deste. Ao ser criado o município de Olímpia, Mário Vieira Marcondes foi o primeiro prefeito, sendo reconduzido mais duas vezes à chefia da prefeitura.
2. Adhemar Pereira de Barros
GCIH (Piracicaba, 22 de abril de 1901 – Paris, 12 de março de 1969) foi um aviador, médico, empresário e influente político brasileiro entre as décadas de 1930 e 1960. Pertencente a uma família de tradicionais cafeicultores de São Manuel, no interior do estado de São Paulo, foi prefeito da cidade de São Paulo (1957–1961), interventor federal (1938–1941) e duas vezes governador de São Paulo (1947–1951 e 1963–1966). Seus seguidores, até hoje existentes, são chamados de "ademaristas". Concorreu à presidência da República do Brasil em 1955 e em 1960, conquistando, nas duas eleições, o terceiro lugar.
Formou-se em medicina em 1923 pela Escola Nacional de Medicina (atualmente pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro). Fez especialização no Instituto Oswaldo Cruz. Estudou nos Estados Unidos e fez residência médica em várias cidades europeias, onde se tornou aviador, retornando ao Brasil em 1926. Poliglota, Ademar era fluente em alemão, francês, inglês e espanhol. Em 6 de abril de 1927, casou-se com Leonor Mendes de Barros, com quem teve quatro filhos: Maria Helena Pereira de Barros Saad, Ademar de Barros Filho (o Ademarzinho), Maria Pereira de Barros (a Mariazinha) e Antônio Pereira de Barros (já falecido).
Clinicou até 1932, quando se engajou nas fileiras da Revolução Constitucionalista de 1932, como fizeram também grande parte dos jovens paulistas de sua época. Com a derrota do movimento constitucionalista, exilou-se no Paraguai, onde se alistou como médico na Guerra do Chaco, e na Argentina. Nos seus governos, sempre procurou beneficiar os ex-combatentes de 1932 com pensões e homenagens, tendo, em 1947, iniciado a construção do Monumento do Soldado Constitucionalista, em São Paulo.
Sobre o movimento de 1932, Ademar discursou, em Santos, em 1934: “São Paulo levantou-se em armas em 9 de julho de 1932 para livrar o Brasil de um governo que se apossaria de sua direção por efeito de uma revolução... e se perpetuava indefinidamente no poder, esmagando os direitos de um povo livre... e que trazia o sempre glorioso São Paulo debaixo das botas e o chicote do senhor!”
PRIMEIROS PASSOS Foi lançado na política partidária por um tio, que fora senador estadual na República Velha, José Augusto Pereira de Resende, chefe político do Partido Republicano Paulista (PRP) da região de Botucatu. Em 1934, elegeu-se deputado estadual constituinte pelo PRP, fazendo forte oposição ao governador Armando de Sales Oliveira, denunciando principalmente desmandos na administração do Instituto Butantã na gestão daquele governador. A nova constituição de São Paulo foi promulgada em 9 de julho de 1935. Como deputado estadual, defendeu a cultura do café, apoiou o candidato José Américo de Almeida, que disputava contra Armando de Sales Oliveira a presidência da República, nas eleições que deveriam ocorrer em janeiro de 1938. Defendeu presos políticos, entre eles Caio Prado Júnior, e fez oposição ao governo federal de Getúlio Vargas. Foi deputado estadual até 10 de novembro de 1937, quando Getúlio deu o golpe do Estado Novo e fechou todas as casas legislativas do Brasil.
INTERVENTOR FEDERAL (1938–1941) Durante o Estado Novo, foi nomeado interventor federal no estado de São Paulo pelo então presidente Getúlio Vargas, recomendado por Benedito Valadares e Filinto Müller. Governou São Paulo, como interventor, de 27 de abril de 1938 a 4 de junho de 1941. “A escolha de Ademar de Barros para a interventoria em São Paulo foi uma prova de meu esforço de dar ao Brasil novos líderes. Ademar fora me apresentado, não me recordo por quem (Benedito Valadares), e passara a visitar-me frequentemente no palácio, trazendo notícias de São Paulo. Ora vinha com uma novidade sobre a política, ora com detalhes sobre o progresso da indústria no estado bandeirante. Com o tempo as visitas se tornaram mais repetidas de sorte que eu ficava ao par de tudo o que acontecia em São Paulo... (Em São Lourenço), convidei-o apenas para interventor e tracei-lhe as diretrizes que deveria tomar. Não o conhecia muito bem e era necessário, portanto, fazer-lhe algumas observações. (O repórter pergunta se Ademar foi indicado por alguém): 'Não, mas eu suspeito que ele era protegido de Filinto (Müller)!'”
Inaugurou, neste seu primeiro governo, as visitas frequentes às pequenas cidades do interior do estado, antes ignoradas pelos governadores. Foram 58 cidades do interior visitadas por Ademar somente nos dois primeiros anos da interventoria. Iniciou a eletrificação da Estrada de Ferro Sorocabana. Construiu o Estádio do Pacaembu, em parceria com o então prefeito de São Paulo, Prestes Maia, para ser utilizado na Copa do Mundo de 1942, a qual acabou não acontecendo devido à Segunda Guerra Mundial. Também, em parceria com Prestes Maia, realizou o Plano de Avenidas de São Paulo, inaugurando, em 1938, com a presença de Getúlio Vargas, o túnel da Avenida 9 de Julho, iniciado e praticamente concluído pelo predecessor de Prestes Maia, o prefeito Fábio da Silva Prado.
1945–1951: O PSP E O PRIMEIRO MANDATO COMO GOVERNADOR. Em 1945, foi permitida novamente a existência de partidos políticos, os quais haviam sido extintos em 1937. Ademar se filiou à UDN e apoiou o brigadeiro Eduardo Gomes para presidente da República nas eleições de 2 de dezembro de 1945. Ademar, porém, logo se afastou da UDN e, em 1946, fundou o Partido Republicano Progressista (PRP), que pouco depois se fundiu com o Partido Popular Sindicalista, que era liderado por Miguel Reale e José Adriano Marrey Júnior, e o Partido Agrário Nacional, liderado por Mário Rolim Teles, formando o Partido Social Progressista (PSP), que se tornou o maior partido político de São Paulo do período de 1947 a 1965, e o único partido político com diretórios em todos os municípios do estado de São Paulo.
Neste período, tiveram continuidade importantes obras iniciadas em sua época de interventor, como a construção da segunda pista da Rodovia Anhanguera e a segunda pista da Rodovia Anchieta, ambas pavimentadas e que se tornaram as duas primeiras rodovias brasileiras de pista dupla. As rodovias Anhanguera e Anchieta foram as primeiras rodovias brasileiras com duas faixas de rolamento de cada lado. Ademar seguiu uma tradição de antigos governantes paulistas, como Washington Luís, que dizia que "governar é abrir estradas".
A pavimentação de estradas, com asfalto e concreto - uma inovação na época feita por Ademar - era mal vista e criticada por muitos políticos, que a consideravam um processo muito caro. Muitos políticos da época entendiam que os recursos públicos estariam melhor empregados se fossem usados na construção de novas estradas de terra e na manutenção e conservação das estradas de terra já existentes. Seu lema era "São Paulo não pode parar", que tempos depois seria reiterado por Paulo Maluf. Este lema tornou-se ideal da maioria dos políticos de São Paulo, a tal ponto que, em 1973, o então prefeito de São Paulo e ex-secretário de obras de Ademar, José Carlos de Figueiredo Ferraz, foi exonerado pelo governador Laudo Natel por ter dito que São Paulo tinha que parar de crescer.
Criou a FEBEM (Fundação para o Bem-Estar do Menor), a Campanha do Agasalho e o "Natal das crianças pobres". Em 1947, Ademar terminou o balneário de águas terapêuticas de Ibirá, cujas obras, iniciadas por particulares, estavam paralisadas. Foram desapropriados imóveis e executados projetos para a construção da cidade universitária da USP. Criada a FAU da USP. Através da Lei Estadual nº 161, de 24 de setembro de 1948, leva a USP para o interior de São Paulo, criando, entre outras, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e a Escola de Engenharia de São Carlos (por intermédio do deputado federal Miguel Petrilli, cuja base eleitoral era São Carlos), que deu origem ao Polo Tecnológico de São Carlos. Oficializou o Palácio do Horto Florestal de São Paulo como residência de verão do governador do estado. Criou, em 1948, o salário-família para o funcionalismo público estadual. Iniciou a construção do Aeroporto de Viracopos, que foi terminado no seu segundo mandato como governador.
193–1966: O SEGUNDO MANDATO COMO GOVERNADOR. Foi eleito em 1962 pela segunda vez, derrotando Jânio Quadros com vinte mil votos de diferença, obtidos principalmente nas pequenas cidades do interior. Sucedeu Carvalho Pinto em 31 de janeiro de 1963. No início do governo, lançou a "Aliança Brasileira para o Progresso". Recebeu o presidente Charles de Gaulle em 1964.
No segundo mandato, focou na construção de usinas hidrelétricas e hospitais. Iniciou o projeto básico do Metrô de São Paulo em 1963 e a construção das usinas de Ilha Solteira e Jupiá em 1965. Elaborou os planos para a criação da CESP. Criou a "Comissão para Obras Especiais", responsável por estudos das rodovias dos Bandeirantes e Ayrton Senna. Iniciou a Rodovia Castelo Branco, a primeira com três faixas de cada lado. Nomeou a Comissão Organizadora da Unicamp, presidida por Zeferino Vaz. Concluiu o Palácio Boa Vista em Campos do Jordão e iniciou o Instituto do Coração (InCor). Transferiu a sede do governo para o Palácio dos Bandeirantes.
Embora tenha apoiado a posse de João Goulart em 1961, participou ativamente da conspiração que resultou no golpe militar de 1964, liderando a Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Entretanto, em 6 de junho de 1966, foi afastado do cargo pelo presidente Castelo Branco e teve seus direitos políticos cassados por dez anos sob acusação de corrupção. Foi substituído por Laudo Natel.
ÚLTIMO EXÍLIO E MORTE. Exilou-se pela terceira vez em Paris. Faleceu em 12 de março de 1969, aos 68 anos. Seu corpo foi transladado para o Brasil, com um cortejo fúnebre de dez quilômetros de extensão até o Cemitério da Consolação.
HOMENAGENS. Recebeu condecoração póstuma em 1982 pelo governador Paulo Maluf. Diversas rodovias, hospitais e escolas levam seu nome, como a Rodovia SP-340 e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
O ESTILO ADEMAR DE GOVERNAR. Continuou a tradição de Washington Luís de "abrir estradas". Em 1938, declarou: “O programa rodoviário idealizado pelo ex-presidente Washington Luís será por mim integralmente realizado. Abrir estradas! Eis aí uma das acertadas soluções para o desenvolvimento econômico-financeiro do Estado.”
Afirmava também: "Por onde passar a energia elétrica, passarão o transporte, o médico e o livro". Sua característica fundamental era a ênfase no planejamento, sendo um pioneiro no Brasil. Seu visual de mangas arregaçadas e suspensórios se opunha ao populismo de Jânio Quadros e influenciou gestões posteriores como as de Paulo Maluf e Orestes Quércia.
3. Wilquem Manoel Neves
Nasceu em Bebedouro (SP), no dia 19 de dezembro de 1926. Era filho do Sr. Carlos Ferreira Neves e de Dna. Aurora Forti Neves. Teve somente um irmão, Dr. José Carlos Neves, médico, residente em São Paulo. Estudou no Liceu Coração de Jesus, Ginásio Ipiranga, Ginásio Pais Leme, Pré Anglo-Latino, formando-se em Direito pela Universidade de São Paulo (Largo de São Francisco). Foi Presidente do Centro Acadêmico Xl de agosto em 1951-52.
Em 25 de fevereiro de 1960 casou-se em Olimpia com D. Maria Teresa Ferraz Dutra. Desse matrimônio nasceram os filhos: Érica, Simone, Wilquem e Rodrigo.
Foi, por duas vezes. Prefeito Municipal da cidade de Olímpia (SP). 1960 a 1963 e de 1969 a 1972. Entre as várias obras realizadas durante suas gestões, destaca-se pela importância, a construção da Avenida Marginal Aurora Forti Neves, com pista dupla, asfaltada e iluminada, que modificou o aspecto urbanístico da cidade, trazendo melhoramentos gerais.
Acabou com as enchentes que ocorriam na região ribeirinha da cidade, onde por ele era chamado de “Charco da Vergonha”, construindo a Represa do Recco, a Ponte no Seco, desviando o leito do Ribeirão Olhos D’Água, fazendo os emissários, projetando e construindo a Avenida que deu o nome de sua mãe “Aurora Forti Neves”, onde retirou as pinguelas existentes e construiu as pontes de concreto, interligando os dois lados da cidade proporcionando um acesso amplo entre o “Centro Antigo” e o “Centro Novo” para toda a população.
Ajudou na fundação da Cidade Mirim, era chamado pela população de Candidato dos Pobres nas eleições, tampou o Buracão existente próximo a antiga “Máquina de Arroz do Vietti”, construiu a “Avenida dos Olimpienses”.
Em sua primeira candidatura Ganhou a famosa campanha denominada de “Tustão Contra o Milhão”, e devido a sua excelente oratória, ideologia, firmeza para ajudar a população e busca para a melhoria da cidade foi apelidado pela população de “Leão”.
Além de Prefeito Municipal, foi brilhante advogado e orador de grandes recursos. Na vida política, foi ainda Suplente de Deputado Federal e Diretor Presidente da CONESP (Companhia de Construções Escolares do Estado de São Paulo), no governo do Sr. Paulo Salim Maluf.
Faleceu em Campinas em 05 de maio de 1979, em pleno trabalho, durante o governo Itinerante.
Conforme mencionou um Crítico jornalístico, Wilquem foi daqueles homens proclamados pelo ex-presidente Kennedy: “Homens que sonham coisas que nunca existiram e perguntam por que não? – Homens de contribuição, de esperança, confiança e imaginação”. Suas palavras em uma entrevista proferida ao mesmo critico, atestam o filósofo inerente que vivia nele.
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